É prática comum considerar os requisitos de kVA de partida de motores e transformadores como parâmetro para determinar o tamanho de um gerador. Essa abordagem frequentemente resulta em geradores superdimensionados para a carga de operação do motor e não para as necessidades reais da aplicação. Além disso, desconsidera outros fatores-chave que desempenham um papel fundamental no dimensionamento de geradores móveis, como, por exemplo, as harmônicas causadas por acionamentos de frequência variável e a partida sequencial de motores.
Ao dar partida em motores ou transformadores, grandes quedas de tensão e frequência também podem ocorrer se o grupo gerador rebocável não for dimensionado corretamente. Além disso, outras cargas conectadas à saída do gerador podem ser mais sensíveis a quedas de tensão e frequência do que o motor ou a partida do motor, o que pode causar problemas.
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Felizmente, a ajuda está à mão. Muitos geradores de energia agora podem ser equipados com soluções para superar os sistemas de excitação extras necessários no alternador. Normalmente, duas opções são oferecidas: ímã permanente ou enrolamento auxiliar. Ambos fornecem ao gerador três vezes sua corrente nominal para cobrir picos de partida do motor elétrico, por um período mínimo de dez segundos, por meio de uma corrente de excitação residual.
Em certos casos, opções ainda mais avançadas estão disponíveis. Por exemplo, alguns geradores possuem um regulador automático de tensão digital (D-AVR) projetado especificamente para lidar com as altas correntes de partida associadas à partida de motores e transformadores. Em aplicações específicas, esse tipo de controlador de tensão permite que os operadores reduzam a necessidade do gerador, pois o comportamento transitório da energia é melhor gerenciado.