Selecionar e distribuir itens de higiene de forma adequada e eficaz é fundamental para o sucesso da implementação de uma campanha de promoção da higiene. A seleção exige a identificação de itens básicos de higiene, bem como de itens adicionais, determinados por meio de consulta à população afetada. É necessário coordenar a seleção e a distribuição com outros atores para garantir que as necessidades de higiene sejam atendidas, a duplicação de esforços seja evitada e as lacunas no fornecimento de itens sejam sanadas. A distribuição deve ser feita em fases para permitir a distribuição oportuna dos itens com base na priorização. A distribuição deve ser acompanhada de demonstrações ou treinamento sobre como usar itens desconhecidos. O monitoramento pós-distribuição deve ser feito para avaliar o uso dos itens, determinar a necessidade de reposição e informar a seleção e a distribuição de itens de higiene. Em algumas situações, recomenda-se o envio de mobilizadores comunitários e voluntários da população afetada, bem como o fornecimento de vales-presente, caso a população afetada tenha acesso a mercados locais.
fraldas e lenços no atacado direto da fábrica
O planeamento dos artigos de higiene a selecionar e de como distribuí-los garantirá que os refugiados e os deslocados internos tenham acesso aos artigos de higiene necessários para manter práticas de higiene adequadas e promover a saúde e o bem-estar.
A aquisição de artigos de higiene por agências de ajuda é mais rentável do que fornecer mecanismos para a população comprar artigos de higiene pessoal.
É necessário um planejamento cuidadoso e demorado. Se a distribuição e o monitoramento pós-distribuição não forem planejados, pode haver desigualdade quanto ao acesso à reposição de itens de higiene por parte de membros da população afetada. Além disso, se houver falta de coordenação na seleção e distribuição de itens de higiene, pode haver sobreposição e duplicação de itens fornecidos à população afetada por diferentes agências de assistência.
É preciso garantir a subsistência e as necessidades básicas da população do campo. Caso não sejam atendidas, os membros da população efetiva podem vender os itens de higiene que lhes são distribuídos.
A distribuição tradicional de itens de higiene não complementa as intervenções de desenvolvimento ou os sistemas de higiene social existentes. Onde os mercados locais são acessíveis, uma abordagem baseada no mercado deve ser considerada.